Porém Lycantos não eram iguais há lobisomena.
Além do óbvio deles serem todos uma espécie não um tipo de maldição, Lycantos tinham orelhas mais pontudas com uma pele mais grossa e com pelos mais espensos do lado de trás. Seus rostos eram levemente mais alongados, como se os narizes quiserem ter se tornado focinhos mas não completaram o trabalho.
Isso fazia com que os Lycantos, tanto machos quanto fêmeas, frequentemente tivessem expressões quase permanetemente irritadas. Esse era um dos motivos deles não serem bem vistos pela maioria dos humanos, além do cheiro que exalavam.
Aindavassim eles eram "valorizados" como soldados, com uma predisposição de trabalho em equipe maior pela sua mentalidade quase instintiva de matilha, melhores sentidos de audição e olfato e uma capacidade regenerativa melhor que a dos humanos.
Nada sobrenatural como um lobisomem, mas ainda mais rápido que um humano comum. Oque diminuiria a necessidade de recurso médicos para eles, diminuía não as anulava.
A outra pessoa era uma mulher com pele preto acinzentada, com uma esclera negra como piche e iris prateadas, mas incrivelmente não era essa a característica mais marcante, eram as veias. Visiveis mesmo sob a pele escura, quase mármorea, elas brilhavam como se tivesse lava correndo por elas ao invés de sangue, e era quase isso mesmo.
Zanili observava com certo divertimento como seu mestre interagia com o mensageiro, mas ainda se focando no calor que a lareira proporcionava.
Como todo *Pahoedino, Zanili tinha uma afinidade extrema com a energia do fogo além da pirocinetica. Herança dos seus antepassados que, supostamente, teriam se relacionado com espiritos de fogo quando esse assumiram uma forma fisica. Como esse tipo de coisa séria possível? Ninguém sabe, ou mesmo se essa realmente era a origem de sua espécie.
Oque se sabe era que, Pahoedinos são uma especie com grande capacidade de forja podendo aguentar temperaturas extremas (mais que um anão) e moldar ferro e vidro com as próprias mãos. Além de terem uma facilidade muito maior com magias de fogo se tornando grandes magos que poderiam queimar cidade inteiras se quisessem.
Em contra partida essa mesma possibilidade os tornam indesejados pela maioria das pessoas, junto com sua aparência intimidadora.
Era dito que a mera presença deles podia causar risco de incêndios esporádicos. O fato que não ajudava era que, as vezes, isso realmente acontecia. Geralmente com os mais jovens e sem experiência ou capacidade para controlar devidamente suas emoções, fazendo com que quando esses ficavam zangados acabassem... explodindo.
Isso fazia com que eles fossem forçados a ser uma raça majoritariamente nômade, com alguns raros grupos fundando acampamentos semi permates em alguma áreas de atividade vulcanica. Mas eram poucos, pois que esses locais frequentemente eram controlados por ordens de magos especializados no fogo.
Eles não era exatamente mau tratados por ninguém, ainda mais pelas suas capacidades metalúrgicas altamente apreciadas. Mas também não eram exatamente bem tratados.
Com a maioria da população esperando ansiosamente pela saída deles, e caso não saíssem fossem "convencidos" por alguns magos proeminentes na arte de água ou gelo.
Valorizados, mas ainda forçados a uma vida precária na estrada eles continuaram assim por vários anos até encontrarem um certo Barão que precisava de ajuda em suas forjas e fornalhas, uma ajuda macissa.
–Diga-me, oque você sabe e oque acha dessa "Provação"?. – O Marechal perguntou depois que o mensageiro conseguiu se acalmar levemente. Ainda havia medo no olhar, junto de admiração e espanto.
–B-bem, se-senhor, tenho que confessar que não sei muito, apenas rumores que ouvi pela estradas conversas de mercadores. Mas se forem verdades então acho que seria um ótimo local para fazer negócios se fosse possível criar uma loja em seu interior. – o mensgerio finalmente conseguiu proferir uma fresa de inteira.
–Sim certamente. Mas não foi isso que perguntei.
–D-d-descuppe senhor!!!. Sei que é um logar lucrativo com muitos recursos e riscos!!, sei que tem diversos monstros desconhecidos e que tem vários grupos visando o lugar!!, sei que–
–Ahhh~ outra vez se acalme, não estou interrogando você. Apenas quero ver qual a posição das pessoas comuns em relação há isso.
–Há!, é..., bem acredito que a maioria das pessoas não acredita nessas histórias, mas se forem verdades não é espantoso que muito vão se mudar para a região. Afinal seria um lugar onde as pessoas comuns poderiam consguir um jeito de usar Aether sem ter que depender de alguma ordem ou templo. – o mensageiro respondeu realmente mais calmo agora.
–Huuuu, bem isso é o esperado, pelo que o relatório diz a área antes era só uma pequena vila com algumas dezenas de habitantes. Agora a população mais que quadruplicou em meses.– Alexandre olhou para o relatório que o mensageiro havia trazido.
–Obrigado pelo serviço, está dispensado, vai e descanse.
–Muito obrigado senhor.– o mensgerio respondeu prontamente com uma salvação e estilo militar e se retirou da presnad do Marechal, em parte feliz em parte triste por faze-lo.
–Em que está pensando senhor?– perguntou Tales depois que confirmou que o homem tinha se afastado o suficiente para não serem ouvidos. Espiões em agul lugar do quarto?, Tales os tris ouvido no mesmo que tentasse prender a respiração.
–Em que tem alguém querendo que eu fique bem longe dessa Provação. Esse raltorio já tem meses, mas só agora foi entregue a mim e só agora está indo para o rei, mesmo antes da expansão no máximo levaria 2 semanas para lago desse tipo ser notificado. Mas levar meses de um lugar com uma boa infraestrutura de estradas e um dos pontos onde deveria ter pelo menos um time de resposta rápida em caso de invasão?.
–Esta mesmo surpreso com isso?. – Zanili perguntou sem abrir os olhos, isso para qualquer outro nobre seria considerado um desrespeito e imediatamente punido, mas Alexandre não ligava para esse tipo de regra implícita por diversos motivos.
–Obvio que não, oque me surpreende é que tenham feito isso mesmo sabendo qual seriam as consequências quando fossem desbertos.
–Isso é simplesmente porca que esse lugar é tão importante para eles que estão dispostos a irritar o senhor?. – Tales perguntou, ele não era exatamente embora em jogos de poder, mas sabia que pra qualquer um do reino arriscar irritar seu senhor, então as recompensas teriam que valer mais que o triplo para compensar.
–É claro que é possível, mas sinto que tem algo a mais aqui, e não me refiro há essa mas-Provação, não me refiro a essa Provação. – Alexandre quase usou a palavra mais comum para se referir aquele lugar segundo sua vida anterior, mas aqui mas morra seria apenas outro nome para prisão particular.
Tales ignorou esse pequeno deslize, já estava quase acostumado com algumas esquisitices de seu senhor desde que se encontraram anos atrás, Zanili por outro lado abriunumndo olhosnparnaokhar seu senhor, mas logo decidiu ignorar oque quer que fosse aquilo e voltar a pensar enquanto sentia o calor do fogo literalmente entrado em suas veias.
–Quem era mesmo responsável por esse território?. – Alexandre perguntou, mesmo sendo um trasmigrador e tivesse uma ótima memória ele não conseguia lembrar dos nomes de todos os responsáveis por províncias mais afastadas. Contrariando levemente oque tinha dito antes sobre os grupos de resposta rápida.
–Um barao que comporou seu titulo com dinheiro obtido por fazer negócios com uma ordem de magos de garu intermediária. Já está na 3 geração. – um mordomo que tinha entrado logo depois que o mensageiro saiu respondeu com um cadernete na mão.
–E não tentaram aumentar sua posição?
–Aparentemente a maior parte dos lucros obtidos é dada como "presente e incentivo" para as pesquisas da ordem com que eles se associam. Oque sobras eles majoritariamente é gasto consigo mesmo além do tributo anual para o reino. – o modelo disse após folhear rapidamente o cadernete.
–E a população? – Zanili perguntou, saindo de seu estado relaxado e prestando atenção máxima ao que o mordomo dizia.
–Uma parte é auto suficiente e consegue se virar em grande parte sozinho, como é o caso do vilarejo onde essa provação apareceu. O resto.....
'Esta em uma situação deplorável.'
Todos pensaram o mesmo quando o mordomo não respondeu.
–Quao ruim é a situação?.
–..... 30 hectares de terra cultivvael foram perdidos no último ano devido um ataque de Zorgongs, pelo menos 100 feridos e incapacitados em 3 vilarejos. 20 cabeças de gado foram mortos por bandos de qvkrabu nos últimos 8 meses. E o número de pessoas que sumiu por um ataque dos espectros de névoa subiu para quase 3 em cada 10 em todos os vilarejos do baronato, exceto na vila onde essa provação apareceu,Trmeme e na vila do Barão.
Isso não era exatamente incomum, ainda mais para um baronato na borda do reino e perto de um vizinho, mas ainda assim. A perda de 30 hectares de terra não era uma coisa que podia ser ocupada facilmente onde 10 hectares levava quase 1 ano para focar pronto para produzir.
O número de aparições dos epectro da nebevoa terem quase triplicado quando qualquer aparição de um espectro deveria ser informada imediatamente também não era nada bom. Horrível na verdade.
–Quanto tempo faz desde que os avistamentos aumentaram? – Alexandre perguntou, não queria ouvir a resposta mas sabia que precisava.
–Cerca de 10 meses até onde pudemos verificar.
Uma sobra desceu sob o rosto de Alexnadre, Tales praticamente rosnou e os olhos de Zailin ficaram imediatamente gelidos.
–E ainda assim o Barão compre a cota anual para a capital? – Alexandre perguntou estreitando os olhos.
–..... ao que tudo indica senhor, sim.
Alexandre se rencostou, massageou as temproas e pensou.
'Parece que vou ficar bem ocupado.'
*Pahoediano: alteração autoral de Pahoehoe, lava fluida com superfície lisa, ondulada ou vítrea.
