Ficool

Chapter 68 - Marechal 1

Conseguindo um contato com a família real ele pode patrocinar o integrante que melhor poderia ajudá-lo, sem surpresa o mesmo que ele tinha ajudado. E em 2 anos seu príncipe de escolha se tornou o novo rei. Claro com uma leve ajuda dele.

Com 25 anos ele basicamente se tornou um dos principais nobres do reino por capacidade militar, poder econômico e agora com o apoio quase escancarado do rei. Mas sempre quando as coisas vão muito bem, alguma coisa acontece para perturbar.

Com ele não foi diferente, pouco depois aos 28 anos um novo perigo surgiu, vindo de além do mar e quase afogou todo o continente. Foram praticamente mais 7 anos de lutas bem mais brutais que as ocasionais que aconteciam antes, mas toda crise carrega uma oportunidade.

Os nobres contrários ao Barão em ascensão desenfreada e contra o rei se uniram e conseguiram convencer os territórios aliados a nomea-lo como o resposnavel geral do comfronto, o Marechal da Guerra.

Se ele conseguisse suprimir ou repelir o inimigo, seu reino seria mais valorizado eles conseguiram mais prestígio simplesmente por fazerem parte dele. Se ele não conseguisse, ele seria pessoalmente responsabilizado, destituído de seus títulos e terras, além de enfraquecer um territorio que mais tarde poderia ser anexado por eles. Ainda haveria perdas, mas que seriam bem mais aceitáveis do ponto de vista deles.

Eles conseguirem sobreviver ao ataque do inimigo para fazerem isso, não era algo que eles conseguiram ou queriam cogitar. Eles apenas pensavam naquilo que melhor lhes serviria, sem pensar no aspecto negativo ou não pensado nele afundo (ou do jeito certo).

Talvez possa parecer inesperado mas o Marechal não era o melhor em com as políticas dos nobres, mas suas capacidades falavam por si mesmas. Ele não só conseguiu segurar o avanço implacável do inimigo como também até recuperar alguns pontos importantes. Conquistando respeito e admiração de diversos aliados, para a frustração dos nobres que desejavam seu fracasso.

Vendo ele conseguir ainda mais poder, esses nobres e os nobres de outros dos reinos aliados fizeram uma aliança secreta para tentar minar a influência do Marechal, do rei e de seu crescente contingente. Eles bolaram um plano ousado que poderia, em teoria, acabar com o cerne do inimigo.

Um plano que contava com o auxílio pesado de magos, outros usuários de Aether e magias não muito bem vistas, de todo continente.

Como esperado pelos nobres o Marechal e o rei foram contra o plano, por conta do alto risco que ele tinha, tanto nos quesitos de preparação, quanto de execução e de como lidariam com o resultado. Segundo oque os próprios magos aliados ao Marechal e o rei, mesmo obtendo sucesso, os danos seriam imensos ao ponto da terra ficar contaminada com Aether estagnado por vários anos.

Para os nobres da "União secreta" esse era um risco aceitável, afinal o plano não seria conduzido em seus territórios, então eles não viam muitos problemas mesmo que diversos civis acabassem pegos no meio. "Em tempos de guerra, sacrifícios eram inevitáveis e esperaros" era como se justificavam e o Marechal respondia com "Não quando poderiam ser evitados".

Infelizmente com a pressão dos ataques é um tumor de uma nova invasão pelo sul fizeram com que o pano dos nobres fosse escolhido e aplicado. Não querendo depender de mais de uma única carta, uma carta muito perigosa, o Marechal solicitou um grupo separado para ajuda-lo a desenvolver novas armas e opções alternativas.

Por manobras de nobres da União, o grupo enviado para ele era composto principalmente dos usuárias de maigia considerados mais problematicos, indisciplinados e/ou impuros.

Para ele não importava contanto que o ajudassem, e com a ajuda desse grupo ele criou diversas novas armas, bombas mágicas, bombas de gás, balestras que usavam Aether para criar flechas, novas armas de cerco etc. Ele já havia criado várias dessas eas implementado em campo desde o tempo que ele e seu grupo d mercenários ativam apenas em seu reino natal, mas só agora podia criar-las em larga escala.

Porém, por mais úteis que esses itens fossem, nenhum deles servia como alternativa ao plano dos nobres, eles podiam apenas ajudar na retomada de territórios. Sem opções eles tiveram que ver os nobres aplicarem sua solução enquanto seguravam e empurravam o inimigo para trás.

Eles não contavam com uma sabotagem interna dos inimigos que quase condenou a todos, mas novamente pelo acaso um grup que se opunha aos nobres tambem tinha tentado uma sabotagem no mesmo momento, isso acabou impedindo que o ritual fosse completado e acabasse dando perdas pesadas para os aliados.

Com o interrupção, uma coisa inesperada aconteceu, ninguém sabe ao certo oque exatamente foi, só se sabe que após o fracasso dos nobres o grupo liderado pelo Marechal conseguiu abrir uma brecha nas linhas inimigas e mandar um grupo de elite separado e composto por diversos integrantes dos reinos para acabar com os alto comando inimigo.

Esse grupo obteve um inesperado sucesso mesmo sofrendo perdas pesadas, e assim sob a líder a conjugado Marechal, do rei e dos líderes dos reinos aliados eles conseguiram explusar o inimigo de volta para o mar e da de volta para seu local de origem.

Os nobres responsáveis pelo plano tinham sido quase todos mortos durante a sabotagem, mas os que ficaram vivos foram culpados pelo perigo que quase acabou com todos os reinos aliados. E condenados a viveram na área afetada pelo Aether estagnado, com auxílio mínimo domínio e com os únicos servos enviados para ajudá-los sendo crimisnos durante a guerra.

O reino do marchal e do rei, agora nomeado de Alto Rei, foi considerado como os principais contribuidosres para a vitória conseguindo o lugar d edistague na aliança defensisa continental, formada tanto par previnir caso o inimigo surgisse novamente quanto para facilitar o comércio e trocas culturais incentivado pelo Marechal desde que ele assumiu seu pequeno baronato.

De um pequeno e pobre Barão com 15 anos há um Marechal com inúmeras condecoracors internacionais aos 35 o nome do Marechal ecoou por todo continente e confia o fazendo até agora. O irônico era que ele tenha mudado de nome aos 20 anos, descartando seu nome de batismo Robert Ioannes, por 3 nomes nome que ninguém no reino já havia ouvido Alexandre.

Marechal Alexandre Constantino Garcia.

O único Marechal reconhecido por todos os reinos aliados e ele, assim como Kaio era um trasmigrador.

""""""""""""""""""""""""

Em pé na frente de uma mesa de mogno polido um relativamente jovem mensageiro esperava para eu o homem mais velho terminasse de ler o relatório que tinha acabado de entregar.

Por que ele, um mero mensageiro foi permitido na sala de estudos de uma da sfigiras mais proeminentes do reino, se não do continente inteiro, quando tal coisa só deveria ser permitido ao mordomo e membros de confiança do homem de quase 50 anos, ele não sabia.

Mas ele conhecia a história do homem bem o suficiente para saber que, tentar entender sua mente seria algo que ele nunca conseguiria fazer. Afinal ele, como muitos outros também era um de seus fãs.

–Diga-me. – o Marechal começou com uma voz que mesmo baixa poderia ser ouvida até no corredor, fazendo o pobre mesgeiro suar ainda mais.

–S-s-Dim senhor?!.

–Primeiro tente se acalme, não é como se eu fosse fazer alguma coisa com você garoto. – o homem mais velho disse com calma, mas mesmo isso ainda emitia uma aura de autoridade que o fazia parecer que estava irritado, oque só fez o mensageiro ficar ainda mais nervoso.

""Como se ele conseguisse ficar calmo na sua frente""

As duas pessoas sentadas em poltronas na frente da lareira do escritório pensaram em uníssono vendo o pobre homem, que concerteza não poderia ser mais chamando de garoto, quase ter um ataque epilético.

Tales viam tudo sem ver, praticamente conseguia ouvir os batimentos do homem e o cheiro de medo e admiração que ele exalva, esse era um dos pontos positivos e ao mesmo tempo um dos negativos de se um Lycanto. Ou no antigo mundo de Kaio e de Alexandre, um lobisomem.

More Chapters