Ficool

La Catrina in DC: The Goddess of Passage

DaoistzZLtrk
7
chs / week
The average realized release rate over the past 30 days is 7 chs / week.
--
NOT RATINGS
301
Views
Synopsis
Maria Sanches was just an ordinary teenager living in Mexico until her life ended in an unexpected and cliché way. Instead of the end, she is granted a second chance through the Cosmic Lottery and reincarnates in the DC Comics universe as a divine aspect inspired by La Catrina, connected to passage and memory. Now, among gods, heroes, and ancient concepts, Maria begins a new existence in a world not made for newborn gods. ENGLISH IS NOT MY NATIVE LANGUAGE. I AM USING ARTIFICIAL INTELLIGENCE TO TRANSLATE AND REFINE THE TEXT. I AM A BEGINNER WRITER; THIS IS MY FIRST WORK AND I AM WRITING FOR FUN. I GREATLY APPRECIATE MEXICAN CULTURE, ESPECIALLY DÍA DE LOS MUERTOS, AND I AM STUDYING IT TO DEVELOP THIS STORY. HOWEVER, THIS STORY DOES NOT STRICTLY FOLLOW MEXICAN CULTURE, AS IT BLENDS INSPIRATION FROM THE FILMS THE BOOK OF LIFE AND DISNEY’S COCO. IF THERE ARE ANY CULTURAL MISTAKES OR INACCURACIES, FEEL FREE TO CORRECT ME. I MAY CONTINUE OR ABANDON THIS STORY AT ANY TIME. THEREFORE, I ASK FOR RESPECT.
VIEW MORE

Chapter 1 - CHAPTER 1 — O DIA EM QUE O SILÊNCIO TERMINOU

Meu nome é Maria Sanches. E antes de tudo acabar, eu acordei todos os dias com o mesmo silêncio.

Naquela manhã, abri os olhos e fiquei olhando para o teto da casa onde cresci. Nenhum som vinha da cozinha. Nenhuma rádio antiga tocando, nenhuma panela no fogão, nenhuma voz chamando meu nome. O silêncio não era apenas a ausência de ruído — ele se espalhava pela casa, pesado, como se tivesse aprendido a viver ali.

Todos os meus parentes foram. Hum a hum, ao longo dos anos. No fim, só restou minha avó. E agora, nem ela.

Foi ela quem me criou. Quem me ensinou a cozinhar, a respeitar os mortos e a nunca temê-los. Para ela, a morte nunca foi um fim absoluto. Era uma passagem. Uma mudança de estado.

Talvez seja por isso que o Dia dos Mortos sempre foi tão importante para nós.

Levante-me devagar, vista-me sem pressa e peguei as flores de cempasúchil que havia comprado no dia anterior. Antes de sair, parei à porta do quarto da minha avó. Não entrei. Ainda não.

Tranquei a casa por hábito, mesmo sem ninguém me esperando. As ruas estavam cheias de cor, música e risos. Sempre achei estranho como o mundo parecia mais vivo no dia em que homenageávamos os mortos.

Eu caminhava em direção ao cemitério, pensando nela. Não que eu nunca disse. Não que eu ainda quisesse dizer.

Foi então que ouvi a buzina.

Não havia nada de poético nisso. Nada de épico. Apenas um som alto, um impacto seco… e o fim.

Quando "acordei" de novo, não havia dor. Nenhum corpo. Nenhum chão.

Eu existia num espaço informativo, sem cima nem baixo. Sem vento, sem luz, sem sombra — apenas presença. Algo estava diante de mim, observando. Não tinha forma definida; às vezes humano, às vezes impossível de definir.

— Olá, Maria Sanches — disse a entidade, com uma polidez quase excessiva. — Lamento informar que você faleceu.

Eu suspirei.

— Um caminhão?

— Sim. Um caminhão.

- Claro.

A entidade pareceu satisfeita.

— Um verdadeiro clássico. Extremamente comum. Entre as mortes que levam à reencarnação, isso é praticamente padrão.

— Então eu morri da maneira mais clichê possível.

— Você deveria se orgulhar — disse a mensagem. — Estatisticamente falando, você melhorou uma tradição bem estabelecida.

Observei com mais atenção.

— Você é Deus?

— Não exatamente. Posso chamar o ROB. Um Observador Aleatório Onipotente. Eu supervisiono as abordagens.

O espaço ao nosso redor mudou.

— Maria — ROB contínuo —, a maioria das almas simplesmente segue seu fluxo natural. Dissolução, retorno, esquecimento. Entre trilhões e trilhões de consciências que emergem, vivem e desaparecem… apenas uma fração imensuravelmente pequena recebe outra chance consciente.

Ele fez uma pausa, deixando uma ideia a ser assimilada.

— Isto é o que chamamos de Loteria Cósmica. De um número que você nem conseguiria nomear… você foi escolhido.

Permaneci em silêncio.

— Não por méritos — acrescentou. — Nem por destino. Pura probabilidade. Caso absoluto.

Duas enormes roletas surgiram, girando lentamente no vazio.

— O primeiro determina o universo. O segundo determina a natureza de sua existência dentro dele.

— Devo jantar?

— Não — respondeu ele calmamente. — Mas você gira as roletas. Sua sorte decide.

Respirei fundo e empurrei a primeira roda.

Girou e parou.

— Universo selecionado: DC Comics.

Meu protegido se contraiu.

— Super-heróis, deuses, monstros…

— Um universo complexo — descobertas ROB. — Muito ativo.

Em seguida, ele marcou para a segunda roda.

— Quando você estiver pronto.

Eu girei.

Este se move mais lentamente. Quando parou, imagens preencheram o espaço: flores, velas acesas, máscaras coloridas, memória, celebradas, despedida. Formaram uma figura elegante, esquelética, porém vibrante.

Rob observava em silêncio.

- Interessante.

— Isso nunca é bom.

— Nem sempre é ruim.

Ele falou mais seriamente.

— Sua nova existência será inspirada em "La Catrina", do "Livro da Vida". Um aspecto divino ligado à passagem, à memória e ao significado da morte.

Só então ele :

— Para que fique claro: você não será a Morte. Esse conceito já tem sua própria representação neste universo.

Assenti com a cabeça lentamente.

— Então, o que sou eu?

— Uma Deusa-Rainha da Passagem. No começo, quase nada. Seu poder despertará, na medida em que sua existência aleatória for determinada.

Ele fez uma pausa.

— Quanto mais você for percebido, lembrado e compreendido, mais será revelado.

Pensei na minha avó. Em tudo em que ela acreditava.

— Vou me lembrar de quem eu era?

— Você vai — respondeu Rob. — Está na hora de você ir.

O espaço começou a se dissolver.

— Boa sorte, Maria Sanches — disse ele. — Entre inúmeras almas… foi você a escolhida, viva sua vida ao máximo.

E então eu caí mais uma vez.

Não no final.

Mas no início.