Ficool

Chapter 1 - Demon’s of the night souls word !

"Nossa… isso não saiu da minha cabeça, como posso odiar uma única pessoa quando tenho 100 anos de vida pela frente? Porque eu deveria odiar alguém? Mesmo assim, é normal outras pessoas não compreenderem o que o meu coração diz…"

Estava chovendo, os pingos eram grossos, anunciando uma longa tempestade pela frente!

Ali era uma região de cumes, montes, barrancos e vales, com uma abundância de árvores e fauna mística, o vento enorme sopra uma rajada fria, porém com um odor puro e leve de terra molhada, acompanha uma brisa terrível.

Uma mulher andando por numerosos desmoronamentos, se apressava, ela transpirava, ofegante, cansada e abatida, porém contínua o seu caminho.

Indo cada vez mais para o fundo desafiando de alagamentos, seu rosto estava em pânico e seu olhar era determinado!

" Meu filho, por favor… espere, estou quase chegando! "

"Falta de vida!"

"Vai ficar tudo bem…"

Ela se esforça, continuando seu caminho, ela chega em uma cidadezinha em ruínas. Seu olhar perdeu sua determinação, o brilho de seu rosto se apagou aos poucos, ela caminhou pelos escombros, encharcada, suja, desesperada, ela correu com todas as suas forças.

" Calma, tenha fé! Ele está bem… você vai tê-lo em seus braços novamente e…"

Ela parou. Seus olhos estavam atônitos, tremenda ela caiu no chão de joelhos, onde deveria estar a sua casa, só havia um buraco profundo com manchas vermelhas e pretas ao redor.

Soltando um grito ela chorou amargamente, o vento soprou uma brisa forte com um cheiro de carvão, enquanto a chuva continuava a cair.

Alguns minutos já foram feitos no passado.

Ela ainda estava abatida, se expressa, andou até uma árvore, deu uma olhada ao redor, seu rosto estava lastimável, em baixo de seus olhos estava inchado, ela viu uma corda no meio do barro, os pingos da chuva foram ficando mais vorazes assim com o som dos trovões do céu, ela amarrou a corda na árvore, fez um nó, criando um laço, e colocou-lhe ao redor de seu pescoço.

Um silêncio se fez presente, ela subiu um galho e se preparou para pular.

De repente um som único e familiar ecoa por ali, entre o farfalhar das folhas da floresta naquela montanha, imediatamente ela para, renovando suas esperanças.

" Esse som é…É choro ! Ele está vivo! "

"Meu bebê está vivo!"

Anos depois.

Esse continente é parte de Tritão, um reino que consiste em seres meio humanos! Ainda mais com o apoio dos reinos marinhos, a cultura é baseada no que os grandes habitantes das águas acreditam.

A sorte é uma destas coisas.

Em uma casa de cor salmão defumado, grande e formosa, com Pilares de pedras, salas e cozinhas, com mais de seis espaços e cômodos, e também largos campos, que se estendem por quase 60 quilômetros.

Em um dos quartos, um jovem de cabelos longos e escuros estava deitado, fingindo estar dormindo refletindo profundamente.

"Apatia. É isso que eu sinto! Nada de novo, nada de mudanças, igual ! É isso que eu desprezo, mas sinto que é isso que deveria ser valorizado em mim mesmo, não sei explicar, é como se todo o vazio da minha alma estava clamando por algo além, porém sabe que isso não vai dar em nada!"

- Ei, ei… ah! Você está me ouvindo?

"É uma empregada!? O que será que ela quer comigo?"

- Fala logo o que você quer! E depois vá embora.

A mulher era bonita e atraente com um cabelo cacheado ruivo, olhos azuis e sardas, ela também era vasta em seu tamanho de seios, junto de uma silhueta sensual de suas roupas de empregada que marcavam sua cintura, e sua mini-saia com babados atraentes.

Eleingu o seu olhar.

Ela rapidamente lhe retirará seus cobertores, ele a olhar novamente, com um olhar fixo e profundo, ela o observar cordada, lhe olhando por um tempo, até que alguns segundos seguintes ela balança a cabeça!

"Pare de pensar nessas coisas agora, é urgente o que preciso contar ao jovem mestre!"

- Levante- se a sua mãe está te chamando!

- Por que você não falou isso desde o início?!

Ela se surpreende, ele anda até ela, a pega pelos ombros e fala com um tom preocupado.

- O que ela quer? Será que houve alguma coisa inesperada? Ou será que ela piorou? 

Diz o rapaz.

A empregada ficou surpresa, ela o acalma tocando em seu rosto, ele estava de pé sem causas , com uma camisa solta e larga.

" Não achei que ele ligaria para isso, mas isso é bom! Mostra que ele realmente ama a mãe dele hehehe até acho fofo! "

- Jovem mestre, sua mãe está bem, porém pediu para chamá-lo assim como seus outros três irmãos.

- Hum… ?

" Ela também chamou aqueles vagabundos! Isso não é bom, se for algo sério talvez eu não consiga dormir de tarde! "

Ele vai retirando as mãos dela de seu rosto, e fala formalmente.

- Por favor, saía agora, vou me arrumar, espere do lado de fora!

- Sim, senhor.

Ela esperou no corredor, seus olhos estavam cansados, olhando para baixo, pensou.

"Sempre senti como se o jovem mestre estivesse longe, como se ele nunca pudesse ser alcançado, pelas pessoas ou pelos sentimentos!"

" Será que , sou só eu, que noto que ele fica sempre atento quando o assunto é a mãe, ele tem um dedo todo machucado por tentar aprender algo novo que mantém em segredo, que as unhas dele sempre foram pretas… será que estou obcecada por ele? "

- Estou pronto, podemos ir!

Ele abre a porta e saí andando rapidamente, seu olhar era profundo, melancólico e simples, seu rosto era pálido, suas roupas eram um conjunto de mantos com a cor preto e dourado.

" …Ou será que estou apaixonada? "

 

Pensou ela enquanto tentava o acompanhar.

 Ele adentrou a sala principal e entrou no quarto de sua mãe, seus três irmãos lhe esperavam impacientes.

- Finalmente, esse inútil chegou!

- Ele não tem consideração por nós e nem pela mãe! Demorou o quanto quis antes de aparecer para cá! 

- Ele pelo menos está bem vestido hoje!

" Esses infelizes, só gostam de falar! Só fazem o que é de obrigação de cada um e acham que são grandes colaboradores, se fosse filho único eu faria melhor que eles juntos! "

- Bom dia meus irmãos, como vão? Sabem o porquê fomos chamados aqui?

- Nossa mãe vai viajar para longe, para ter seus últimos dias em um lugar tranquilo. E pediu que todos nós lêssemos o seu tratamento agora!

- Entendo, e vocês já leram o testamento?

- É claro que não! Estávamos esperando por um moleque ingrato chegar…

- Não queremos que os bens sejam mal divididos, então de boa vontade estávamos à sua espera, e sabemos o quanto você se importa com a mãe então pedimos que a empregada lhe falasse em nome da mamãe!

" Boa vontade?"

" Todos aqui são urubus, querem ver o tamanho da riqueza que tenho pra depois tramar contra mim! "

" Todos aqui dentro desta sala são assim! "

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