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Chapter 78 - Uma "breve" Explicação Sobre Mortos-Vivos 2

Bom... parando pra pensar agora realmente os esqueletos dos goblins tinham mesmo um brilho branco nos olhos, assim como os goblins que ele levantava. Eu nunca vi um morto inquieto (ou mesmo um fantoche de carne ate aquela situação), então não poderia dizer a diferença mas fazia sentido de certa forma essa diferença que a Cali disse.

–Entao... Isso quer dizer que como não é natural, ou artificial, nem o reino ou as ordens teriam uma justificativa pra fechar o acesso a Provação?. – perguntei meio hesitante.

–Legalemte pelas leis que foram feitas pelo reino e no acordo de ameaça entre ordens, não. Mas... Bom, nunca se sabe quem vai honrar um acordo desses ou ignora-lo. Ainda mais se as recompensas em faze-lo fossem boas. – Cali respondeu.

Nesse sentido a Provação é o elemto perfeito pra isso, só o primeiro andar já mostra o valor dela, não sei se valeria a pena entrar em guerra com o reino e as ordens, mas que ela poderia ser uma fonte de renda excepcional isso nao tem questão.

–Em resumo podemos dizer que a ameaça de bloqueio esta temporariamente abortada até que mais pessoas venham até esse andar e auditoria de espalhe. – Max disse batendo as mãos.

–Basicamente sim. – Cali respondeu.

Por mim isso já era o bastante, mas só por precaução vou falar com o conselho do vilarejo sobre a possibilidade do remanejamento. Mas como parece que teremos tempo de nós preparar, as chances não são mais tão deprimentes quanto antes.

'....Na verdade nem antes as coisas estariam tão ruins, acho que a preocupação acabou levando a melhor sob meu julgamento.'

Ah!, mas lembrei de uma coisa.

–Mas Cali, eu tenho certeza que lembro daquele cavaleiro. Ele fez parte da primeira expedição pra Provação meses atrás. Como ele não seria um fantoche de carne desse jeito?.

Nisso Cali parou alguns instante pra pensar, quendo finalmente falou ela disse.

–Não tenho ideia Connor, talvez a Provação haja de forma parecida mas ainda diferente que o mundo exterior em relação aos mortos inquetos, oque não seria nenhuma surpresa. Mas basenado nas leis que temos, você não teria que se preocupar tanto... Pelo menos por enquanto.

Isso não é muito encorajador mas já é alguma coisa.

–E tem mais dois detalhes que corroboram o fato do cavaleiro não ser um morto inqueto nem um fantoche de carne. – Anna disse, aparecendo quase que por mágica, depois de fazer as avaliações dela usando o cristal de identificação no terreno ao redor.

'É preocupante uma garota que mau entrou na adolescência saber diferenciar entre dois tipos de mortos que andam e matam as pessoas, sem parecer se importar?'

Mas quem sou eu pra falar, aos 10 eu já ajudava a desossar veados e entrava na floresta pra caçar coelhos e aves 😑.

–Quais seriam? – Max perguntou e Cali também prestou atenção a mais nova.

–Uma, Connor disse que reconheceu o cavaleiro com que lutamos, certo? – eu acenti. – Então como alguém que foi morto no 1 andar *(ainda não sei por que chamar assim não é como se tivéssemos subido ou decido alguma coisa)* acabou no 2.

Isso era verdade, ainda mais porque já era de conhecimento geral que: quando pegava alguém os goblins apenas devoraram, as vezes matavam e levavam para sua aldeia mas nunca ouvi deles levaram corpos para alguma caverna.

–Entao... por um cavaleiro surgir aqui você presume que ele seje falso? – Max perguntou incerto.

–Em parte por isso, mas a também pleo fato desse suposto cavaleiro do Barão, não ter o brasão do Barão em nenhum lugar da armadura. – ela tirou a adaga que o cadaver deixou – Ou na empunhadura de uma das armas.

Ela disse batucando os dedos tanto no cabo quanto na lâmina da espada.

Eu não conheço nobres muito, e com a ajuda dos deuses nunca vou precisar conhecer, mas sei que eles sempre tentam se destacar de alguma forma e deixar o brasão com os cavaleiros é um deles. Não sei se é comum todos os cavalos de nobres teremo brasão do nobre que sevem, mas sei se a maioria tem um tipo que identifica o seu senhor muitas vezes sendo algum tipo de impressão até na carne como, as tatuagens (ou marcados a ferro quente).

–Não, não é comum que vários cavaleiros tenham o brasão do nobre a que servem. Mas o Barão é vaidoso, ele faz questão que pelo menos alguma coisa que seus cavaleiros tenham possua o brasão da casa dele entalhado.

–Ele não poderia ter esse plbrasp na lâmina da espada que estava usando? Ou ele pderia ter simplesmente erodido pelo tempo? – Mav perguntou.

Anna negou com a cabeça e explicou.

–Voces sabem que ele tem conexões com algumas ordens de magos pequenas há médias certo? – todos sabíamos disso também. – Aparentemente, um dos motivos dele ter feito essas conexões pra incio de conversa foi para que o brasão entalhado nos seus cabelos e servos tivesse garantir de não ser facilmente degradado, mesmo pelo tempo.

–Mas isso não seria muito caro só pelo emblema em uma arma ou armadura? – eu perguntei.

Anna suspirou e deu de ombros.

–Alguns nobres se importam mais com fama que com modalidade, governava, ou as vezes até dinheiro. Já que muitas vezes a fama pode ser um caminho fácil para se conseguir dinheiro o raciocínio não está totalmente errado mas... – ela nem precisava terminar o pensando para entendermos.

(Kaio: Haja arrogância e dinheiro)

Max pensou um pouco e disse depois de alguém instantes.

–Não seria mais fácil tatuar os cavaleiros?

Novamente Anna negou com a cabeça e explicou.

–Isso seria um desrespeito para com o cavaleiro e ordem que o tenha formado, as ordens permitem apenas tatuagens ligadas a sua ordem. Se algum nobre tentasse fazer o mesmo, as ordens considerariam isso como uma tentativa do nobre de entrar em seu território. No mínimo, isso geraria a recusa de diversas em fornecer cavaleiros para o nobre. Ele até poderia criar sua própria ordem, mas em os métodos de ordens já estabelecidas ele conseguira no máximo uma ordem pequena de 3 ou 2 categoria, se tivesse muita sorte.

Ela disse de forma rápida mas concisa.

–No máximo, uma guerra aberta entre esse nobre e diversas ordens de cavaleiros. Isso já aconteceu no passado e foi tão ruim que um reino mediano até sumiu. Por isso tatuagens representando a casa nobre só são permitidas em suas... posses

'Posses = Escravos'

Isso me fez involuntáriamente lembrar daquelas crianças que morreram meses atrás.

'Tsc, não adianta pensar neles agora.'

–Voce disse dois, qual o segundo? – Cali disse para voltar o assunto inicial e nós distrair desse tópico mais pesado. Talvez tenha sido só impressão minha mas pareceu que ela me olhou com muito mais cuidado que o de costume.

–Huhumm, é tem razão. O segundo motivo pelo qual eu digo que ele não era nem um morto inquieto ou fantoche de carne é por que...

Ela olhou bem nos olha de cada um antes de dizer.

–....ele não fedia.

–"...."

'Como assim?'

–Hã..... Baixinha acho que ficar dando algumas voltas por aqui fazendo avaliações deve ter mexido com a sua cabeça. Aqui, vem cá e se sente um pouco. Ah!, quer um pouco de água, pão ou um doce, ainda tenho alguns aqui. – Max disse arrastando Anna até uma pedra sem musgo perto da parede da caverna, eu também estava vasculhando minha bolsa pra ver se achava alguma fruta ou coisa assim tá ver se ajudaria ela.

–EI PODEM PARAR COM ISSO VOCES 4!!!!!

Acho que essa é a pronta vez que eu já vi a Anna parecer tanto a Cali. Acho que levou uns 3 minutos pra ela se acalmar e o Max se conhecer que não tinha nada de errado com ela.

–Aaaaaahhhhh~. Co-mo eu es-ta-va di-zen-do~. – ela disse, sílaba por sílaba devagar pra garantir que todos (especialmente o Max) estivesse ouvindo. – Vocês devem saber que quando um corpo apodrece ele se decomboemne libera um cheiro horrível.

'Quem não sabia disso.'

Foi definitivamente oque todos pensaram.

–E então, vocês sentiram um cheiro de podre vindo especificamente do cavaleiro? – ela disse olhando para nós.

–Ei ei ei ei, que pergunta é essa é claro que nos- humm? Hummmmm?. Esp- NA VERDADE NÃO?!

Era como Max–, Ah!. Não, me corrigindo, era como Anna tinha insinuado. Mesmo eu, que "mergulhou" do lado dele e o cortei na barriga (por onde um pouco dos intestinos até caíram) não senti o cheiro característico de podridão dos cadáveres com muita força. Mesmo agora ainda podíamos sentir o cheiro um pouco, mas tenho certeza que ele vinha do fato de estarmos em um pantano.

'Achei que não ter sentido (tanto) o cheiro tivesse sido por estar concentrado na luta, mas vendo as coisas agora...'

–*Como não percebi isso antes?!. Eu fiquei praticamente embaixo dele!, e abri um caminho da perna até o topo das costelas, as entregas quase caíram em mim!!. Mas eu nem sentindo cheiro de sangue podre. E eu deveria ter sentido!! Eu ajudava a desmontar os animais pro pai usar no menu da pousada! Eu sei o cheiro que deveria ter!!!*. – Max ficou balbuciando umas coisas, levemente, preocupantes.

Enquanto Mav estava em silencio e com olhos fechados, mas pela rigidez no maxilar e o jeito que ele batizava os dedos no braço eu imagino que elee estivesse tento um debate não muito diferente do irmão na própria cabeça. Cali se aproximou de uma das poças um pouco a frente e respirou fundo, franziu o rosto e voltou para o lugar onde o cavaleiro ficou durante toda breve luta, respirou fundo novamente, mas dessa vez não fez careta.

–Nenhum cheiro, nenhum mesmo. Mau tem cheiro de ferro enferrujado... Mas então por que?

Eu também não conseguia entender bem o porquê da Provação ter mandado um cavaleiro morto vivos nos encontrar e ainda tô parecido com um dos cavaleiros da última expedicao, mas tinha certeza de uma coisa.

'Se isso foi de alguma forma intensional, foi algo de muito mau gosto.'

Não sei bem porque mas quando pensei nisso acabei olhando para um ponto específico do "céu" encoberto com ocasionais raios. Talvez tenha sido uma ilusão do flash de luz mas eu quase vi uma espécie de fumaça que pareceu "bater na cabeça com a mão"

'Talvez seja melhor nos voltarmos agora. Acho que todo esse tempo na Provação deve ter afetando minha mente.'

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